Day: 04/02/2014 Sunday.
SeuNome P.O.V!
Acordei e percebi que não estava
no meu quarto, mas sim num hospital. Eu só me lembro de eu e a mãe sair pegar o
cavalo, depois brigamos por que ela mentiu para min e na volta não trocamos
quase nada de palavras e de repente tudo fica preto. Levantei um pouco, a porta
abre e sai uma enfermeira com uma sacola.
Enfermeira: Há que bom que
acordou. Vou avisar eles que já está liberada e acordada – eu ia perguntar, mas
ela continuo – Aqui dentro – apontou para sacola – Está sua roupas mandadas
pelos seu pai. Se vista e está liberada – antes que eu pudesse falar ou
perguntar ela sai.
Eu: Grosseira – disse para min
mesmo, por mais estranho que pareça. Tirei a roupa de hospital que eu odeio sei
lá é muito estranha e botei a roupa. Sai do quarto e fui para a entrada logo
avistei o pai, o meu irmão e o vovô só faltava uma pessoa: a mãe que até agora
não a vi. Eles me viram e o Jesse me abraçou e depois me girou no ar, parecia
que ele não me via há anos.
Eu: Ta estou viva. Calma – ele
deu um sorriso e me abraçou de novo, que nem aqueles abraços de urso – Meu
deus! Jesse eu vou morrer desse jeito – disse rindo fraco.
Jesse: Ainda bem que está viva.
Não ia aguentar te perder também – eu fiz cara confusa.
Eu: Como assim? Também? Jesse
cadê a mamãe? – ele não falou nada apenas olhou para baixo. Perguntei para o
pai ele fez o mesmo gesto – CADE ELA?
Pai: Filha se a calma. Estamos
num hospital e... – não deixe nem ele terminar.
Eu: QUE SE FODA PAI! CADE A MÃE?
– nessa hora eu já estava alterada. Eles me olharam surpresos e as pessoas que
estavam em roda me encaravam. To nem ai se é hospital ou coisa para gente
idosa, eu precisa falar com ela. Precisa pedir desculpa por ter me
descontrolado, que devia ter pedido com mais calma, ter perguntado calmamente
por que ela ter mentido.
Pai: Filha vamos para casa que
nós dizemos. Por favor – eu suspirei me rendendo e indo para o carro sem falar
nada. Para o caminho de casa mínguem falou nenhuma palavra e isso estava me
incomodando, chegamos a casa e eu parei na sala esperando uma explicação, mas a
Miley chegou antes e me abraçou admito estava com saudades da minha amiga-prima
hehehe.
Eu: Oi – ele não respondeu SÓ me
deu um beliscão forte – AI! Por que fez isso loca?
Miley: Primeiro: Eu não sou loca
Segundo: Você mereceu por ter dado um susto na gente pensando que tinha morrido
e Terceiro: É assim que trará sua amiga-prima que estava com saudades – disse
fazendo biquinho.
Eu: Awwww! Vem cá sua linda –
disse indo abraçar ela – Também estava com saudades de você!
Miley: Voces contaram para ela? –
olhei confusa.
Jesse: Não...
Eu: Como assim? Contar o que? E
sobre a mãe?
Pai: Sua mãe não conseguio
sobreviver – de repente o mundo parou a minha volta e meu coração acelerou.
Eu: NÃO! ISSO NÃO ACONTECEU! POR
FAVOR, VÕ DIZ QUE É MENTIRA – ele não falou nada, apenas abaixou a cabeça. Não
ela não podia ir assim sem eu pedir desculpa, eu fiquei paralisada de repente
parecia que a vida não tinha mais sentido, respirei fundo e falei – Vou para
meu quarto – quando cheguei à porta fechei-a com força e me derramei na cama
cheia de lágrimas nos olhos e não conseguia parar. Ela não podia ir assim, sem
eu pedir desculpa, sem ter descobri do à verdade. Tentei dormir e dizer para
min mesmo que era só um pesadelo que quando acordaria, ela estaria aqui para
nos conversamos. Eu pediria desculpa e ela me daria um abraço de urso e que foi
uma idiota, que continuaria pelo menos passaria mais tempo com ela, me
ensinaria como fazer para tratar os cavalos, mas quando ia começar a dormir
alguém bate na porta – Entra – assim que a porta se abriu apareceu Jesse com os
olhos inchados mostrando dor e sofrimento a partir dai soube que não era um
pesadelo, era real assim como esse momento.
Jesse: Não chora a mãe não
gostaria que você não mostrasse esse seu sorriso lindo – ele fechou a porta –
Posso – ele apontou para o pedaço da cama de casal que estava vazio, eu apenas
assenti.
Eu: Acho que nunca mais vai
vê-lo.
Jesse: Sabe que ela não ia gostar.
Mas pense pelo lado que ela está lá em cima – apontou para a janela e logo
depois o céu, eu ri fraco e dei um meio sorriso, porém foi quase nada – Viu!
Consegui fazer você rir e dar um sorriso, eu acho.
Eu: Idiota – disse dando de leve
um soco no ombro dele, ele fez careta – Você só falou no negócio do céu por que
sabe que eu não acredito.
Jesse: Nossa que forte você em –
disse debochando – Que seja! Pelo menos fiz você rir e dar um meio sorriso
agora só falta à outra metade.
Eu: Boa sorte com isso!
Jesse: Você dúvida? – eu balancei
a cabeça na forma de sim. Logo depois me arrependi, pois quando eu vi ele
estava fazendo cocegas em min. Eu não conseguia parar de rir – Dúvida mesmo?
Eu: Não Hahahaha Jesse hahahahaha
Para hahahahahah Por Hahahaha Favor hahahahaha – eu estava ficando quase sem
ar.
Jesse: Não até você dizer que vai
mostrar esse sorriso lindo e que eu sou lindo –duvidei dela agora eu to na
pior, merda!
Eu: Ok Hahahahaha Eu
hahahahahhaha Prometo hahahahaha mostrar o hahahahha meu Hahahaha sorriso
hahahhaha lindo todos hahahahahahaha os hahahahah dias e hahahahahah você
Hahahaha é hahahahahah porra hahahahah lindo – ele parou eu comecei a respirar ofegante
botei a mão no meu coração. Depois de um tempo consegui respirar normalmente e
com todas as minhas forças bati no ombro no meu querido irmão.
Jesse: PORRA GURIA! Você é forte
– eu pisquei para ele.
Eu: Você mereceu, agora sai do
meu quarto que eu quero dormir. – no sentido de
Vaza do meu quarto garoto!
Jesse: Nossa que educada você!
Vim tentar te animar, consegui e você me trata assim. Ok – disse saindo da
porta “bravo”.
Eu: Hei o meu abraço, irmão? –
disse fazendo biquinho ele voltou e me abraçou e de novo quase morri ele piscou
para min eu ri e ele foi embora.
Depois a tarde inteira fiquei no
meu quarto, a minha animação estava à zero assim como levantar da minha gostosa
cama de casal. De tarde pelo menos consegui dormir e quando chegou a noite eu
não queria jantar mais um ser chamado Jesse me incomodou tanto que tive que ir.
Definitivamente esse foi o pior jantar da minha vida.
Pai: Então, como a sua mãe
cuidava dos cavalos – era só falar nela que me dava um aperto no coração, como
uma facada, pensava que eu era culpada – alguém tem que seguir por que como
dizem: O negócio tem que continuar. Ela me pediu pra você filha, você gostaria?
Eu: Claro – sorri – Na verdade
adoraria.
Jack: Sua mãe ficaria orgulhosa –
ele sorriu e eu retribuo.
Eu: Muito Obrigado pelo apoio de
vocês – olhei para o Jesse e falei – e por você mano, por ter quase me matado
de cocegas só para me fazer rir e mostrar o meu lindo sorriso, só que não.
Pai: Você fez mesmo isso?
Jesse: - sorriu sapeca – Dinada
maninha. Seu sorriso é lindo!
Jack: Nem mesmo se nós todos
disséssemos isso você não ia acreditar, né? – balancei a cabeça na forma de não
– Meu deus! Você parece ainda mais com sua mãe do que eu pensei ela dizia a
mesma coisa à única pessoa que ela acreditava era no seu pai quando ele dizia
que seu sorriso e lindo!
Eu: - sorri – Bom eu vou dormir.
Boa Noite.
Peguei as minhas coisas da mesa
botei na pia e fui para o meu quarto, logo que eu entrei vi a foto da minha
cabeceira, nessa mesma estava eu e minha mãe eu devia ter uns cinco anos. Eu me
lembro de que foi a primeira vez que eu vim aqui, uma lagrima estava caindo do
meu rosto e rapidamente a limpei.
XXX: Você fazia uma birra por que
não queria sair daqui – eu me virei, e era o Jesse – Foi muito engraçado.
Eu: Claro, o que queira que eu
fizesse?
Jesse: Sabe... Eu nunca vou
entender por que ela foi assim?
Eu: Mesma coisa, eu só queria ter
pedido desculpa para ela antes de partir, mas não tive a oportunidade.
Jesse: Por quê? Voces brigaram?
Eu: - balancei a cabeça na forma
de sim – Antes de eu e ela buscarmos o cavalo, ela e o pai conversaram a sós,
foram tão longe que imaginei que o assunto era de min, a ouvi gritar que era
cedo demais, que “ela” tinha que ter uma vida normal. Depois quando estávamos
indo eu perguntei sobre quem estavam falando ela até falou um palavrão e disse
que era de uma “melhor amiga” dela que estava doente, mas sabia que não era
pois ela começou a ficar nervosa e tentava achar uma boa resposta e ficava
batendo os pés. Então percebi que estavam falando de min mesmo.
Jesse: Mas você é normal. Pelo
menos aparenta ser.
Eu: - ri – Era isso que eu
pensava também...
Jesse: Como assim? O que
aconteceu? – disse preocupado.
Eu: Você não ia acreditar
Jesse: Tente – se eu falasse ia me
chamar de maluca, então tive uma ideia. Fiz um gesto com a mão para ele
esperar, foi para cozinha e peguei um copo enchi até a metade e voltei para o
quarto. Quando ele viu o copo riu – Sério? Um copo! Ta brincando com minha cara
– eu não falei nada, apenas me concentrei e comecei a mexer na agua com o
dedinho – Você tá bem maninha? – depois de um tempo, comei a formar uma bola de
agua sem toca-la e fui subindo até que ela ficou fora do copo ela estava encima
da minha mão sem nada entre o espaço da minha mão até ela que dava uns 3 cm –
Wow... CARA ISSO É... – fechei os olhos com medo do que ele ia dizer – DEMAIS!
– ele começou a pular na cama e eu só fechei a mão como se fosse dar um soco e
ela se destruí-o.
Eu: Só não conta para ninguém.
Por favor!
Jesse: Sim, você contou para o
pai? – balancei a cabeça na forma de não – Por quê?
Eu: Eu suspeite que ele saiba
assim como a mão sabia.
Jesse: Isso é ruim por... ?
Eu: Meu Deus! Jesse pensa! Se a
mãe não contou para min imagine o que o pai pode falar, ou melhor, mentir só
para esconder a verdade sobre min. Logo decidi que vou descobrir sozinha! –
disse confiante.
Jesse: Sozinha não. NÓS vamos
descobrir juntos – eu o abracei. Definitivamente ele era o melhor irmão do
mundo. Outras pessoas iaô me chamar de louca e me mandar para o manicômio, no
inicio até achei que estava, mas depois disso tenho certeza que isso é tão
real. Sussurrei um obrigado e ele
respondeu de volta um Dinada. – Bom, acho melhor eu dormir – disse bocejando –
Boa Noite maninha.
Eu: Boa Noite melhor irmão do
mundo! - e então ele fechou a porta,
tentei dormir, mas foi quase impossível dai decidir tomar um banho para ver se
adiantava algo. Porém adiantou muito pouco me atirei na cama e depois de longas
horas me mexendo consegui, ou pelo menos pensava isso.
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